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“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á”. Jesus acrescenta: “Pois, todo o que pede recebe; o que busca encontra e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt 7.7). Que bela promessa!!! É o próprio Filho de Deus que nos exorta a buscá-lo em oração. Será que compreendemos na prática a força disto?
Jesus começa seu ministério orando, quando é impulsionado no deserto pelo Espírito Santo e lá permanece 40 dias em oração e jejum. Quando tinha que tomar alguma decisão importante orava, assim, antes de escolher os doze apóstolos buscou ao Senhor. Diante da urgência clamava a Deus: “Pai, graças te dou porque me ouvistes” (Jo 11.41) e, logo bradou: “Lázaro, vem para fora”. Diante da cruz, seu maior desafio, se preparou arduamente em oração: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lc 22.42).
Portanto, o nosso Redentor e Salvador inicia seu ministério orando, e permanece orando até o fim. E você, tem persistido em oração?
A oração é uma aliança irrevogável. É Deus se dispondo com seus filhos, se fazendo achar e agindo poderosamente mediante a oração.
Assim a oração:
1. Revela a Providência divina (Sua atuação) – Deus, na sua infinita sabedoria e soberania, determinou as providências necessárias para a realização de Sua Santa vontade. É neste sentido que a oração faz parte do meio que o Senhor prevê e provê para realizar aquilo que lhe apraz. Veja: “Pois todo o que pede recebe”, ou seja, Jesus está dizendo que a oração faz parte da sua soberana vontade para efetuar aquilo que Ele deseja.
Douglas Kelly afirma: “Deus planejou usar nossas orações”.
2. Revela a Paternidade divina (Seu relacionamento) – Jesus assevera: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mt 7.11). Quanto mais vosso Pai perceba que Jesus mostra o caráter pessoal, a manifestação do seu relacionamento íntimo para com seus filhos, por isso, busque-O em oração. Assim, Deus revela sua aliança entre o Deus Pai e seus filhos.
Portanto, a oração é um instrumento, é um meio de graça. Ore meu filho ao Pai!
3. Revela a Bondade divina (Seu Ser) – “Dará boas coisas”. Isso mostra a própria essência de Deus, Ele é bom e perfeito. A bondade de Deus se desdobra no amor, na graça, na misericórdia e na longanimidade. Portanto, a oração revela o próprio Ser de Deus.
Perceba a diferença “vós que sois mais”, Jesus afirma versus a bondade de Deus. Assim, quanto mais conhecermos a Deus, mais saberemos que somos pecadores e necessitamos da graça de Deus. O oposto também é verdadeiro.
A bondade divina se revela na oração, pois de tudo o que pedires recebereis boas coisas, o que não significa receber, necessariamente, aquilo que queremos, mas sem dúvida, iremos obter o melhor porque Deus, sendo bom e perfeito, não poderá nos dar algo ruim.
Diante do exposto, precisamos exercitar nossa fé e persistir em oração, porque o Deus dos Céus irá ouvir nosso clamor e nos dará pão e peixe conforme as nossas necessidades.
Portanto, se orar é um mandamento, que carrega no seu bojo a promessa de sermos atendidos, então o não orar é pecado. Peça, filho, em nome de Cristo, que o Pai lhe atende.

criado por pr.heldersouza
08:25:09
“Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua,
mas de fato e de verdade.” 1 Jo 3.18

Nada nos leva mais próximos de Deus quando manifestamos nosso amor ao próximo. Mas, apesar de ser assunto corriqueiro nas rodas sociais, temática principal de filmes e músicas, as pessoas, de modo geral, não compreendem ou não vivem as implicações de amar alguém.
Amar é mais do que um sentimento. É uma decisão. É olhar menos para si e mais para outro. O amor é sacrificial, basta olhar o cuidado de uma mãe com o filho, que noites sem fim se levanta para dar sustento, afeto e proteção.
O amor vai muito além do sentimento, porque Jesus nos ordenou: “amai os vossos inimigos” (Mt 5.44). O Mestre dos relacionamentos não estava ordenando gostar dos nossos inimigos, mas sim, ter um comportamento misericordioso por aqueles que nos perseguem: “se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber” (Pv25.21 e Rm 12.20). Note que a necessidade deve estar acima dos nossos desejos, ainda que se trate de alguém que nos aborrece profundamente. A necessidade do outro deve suplantar nossa disposição, pois o amor é serviçal.
É verdade que muitas vezes não temos controle sobre nossas emoções. Alguém certa ocasião já disse: “sentimentos variam de acordo com que aconteceu na véspera”. Muitos dos nossos sentimentos são transitórios e voláteis, porém, podemos controlar nosso comportamento em relação ao outro. Quantas vezes estamos chateados conosco mas nem por isso deixamos de nos cuidar? O mesmo pode ser feito em relação ao próximo, por isso, o amor é uma decisão.
O amor é compromissado, é uma postura de nos mantermos fiéis ao grande mandamento: “amar o próximo como a ti mesmo”. O amor é o mais profundo teste do caráter de um homem. E apenas aqueles que recebem da graça divina e por ela são constantemente alimentados podem buscar cada vez mais o apoteótico amor: amar sem esperar contrapartida.

criado por pr.heldersouza
08:23:07
O Guiness gosta de revelar o homem mais rápido do mundo, a mulher mais elástica, o mais obeso, o mais magro... mas, se fôssemos pensar na maior tragédia da humanidade o que seria? As bombas atômicas arremetidas contra o Japão, o holocausto, ou então, as drogas, que estão permeadas em todos os lugares? Se somássemos todos estes fatos e todos os outros ainda mais bárbaros e nefastos seu resultado seria desprezível se comparado com a maior destruição do homem: o PECADO.
O pecado trouxe a morte, morte esta dita, numa sentença simples e direta: SEPARAÇÃO DE DEUS. Deste modo, quando os primeiros representantes da humanidade, Adão e Eva, pecam, entra o pecado no mundo. Assim, tudo, absolutamente tudo que não é bom, que é desastroso, decorre do pecado. O seu efeito é tão destrutivo que até a “natureza geme” (Rm 8.22).
Se não houvesse pecado não haveria mentiras
Se não houvesse pecado não teríamos injustiça
Se não houvesse pecado não falaríamos de infidelidade
Se não houvesse pecado não saberíamos o que é tristeza
Se não houvesse pecado não sentiríamos culpa
Se não houvesse pecado não haveria doenças
Se não houvesse pecado não existiria morte
Se não houvesse pecado seria uma constante: vida, vida em abundância.
Se não houvesse pecado tudo seria MARAVILHOSO.
Deus criou tudo perfeito (Gn 1.31, Ec 7.29), logo, o pecado é como se fosse um intruso neste mundo, trazendo dupla implicação: na vida atual e na pós vida, tanto uma quanto a outra são avassaladoras. Na vida atual, todo sofrimento, tragédia, destruição é conseqüência do pecado, após a morte, aqueles que não forem perdoados dos seus pecados terão a condenação eterna: o inferno.
Permita-me fazer aqui uma distinção importante entre o mal moral (pecado) e o mal natural (sofrimento, dor, perda). Deus não é o autor do primeiro, mas é agente do segundo. Devemos compreender, todavia, que o mal natural é uma conseqüência do mal moral, portanto, do pecado do homem. Deus amaldiçoou a Terra em conseqüência do pecado de Adão/Eva. Mas, na realidade, o mal natural permitido por Deus visa um propósito benéfico ao ser humano.
A equação, portanto, é simples: quanto mais pecarmos mais iremos sofrer; quanto mais andarmos com o Senhor menos pecaremos, logo, melhor viveremos.
Por tal razão é que Jesus veio ao mundo, para redimir a humanidade do pecado, mas, para tanto, é necessário que o homem O receba como Salvador, ou seja, reconheça que Jesus Cristo, o filho de Deus, se fez homem para morrer em nossos lugares, dessa maneira, todo aquele que Nele crê terá a vida eterna: salvação dos pecados (Jo 11.25).
Assim, todos que seguirem a Cristo pecarão menos, viverão melhor e receberão o maior de todos os prêmios: céu, lugar onde não há pecado.
O que você quer colher? Pecado ou vida?!
“E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” (Ap 21.4)

criado por pr.heldersouza
15:41:26
A ansiedade assola a vida dos homens. Um efeito básico da ansiedade é tornar as pessoas pensativas, pré-ocupadas, ocupadas demais com o amanhã, traçando infinitas conjecturas e, até mesmo, se firmando em impossibilidades que julgam possíveis.
Confundimos planejamento e cautela com ansiedade. Esta domina o ser humano de tal maneira que chega a paralisá-lo, ou melhor, impulsioná-lo a um comportamento que não muda o seu futuro, tornando-o improdutivo, apesar de despender expressiva vitalidade em conjecturas sem fim.
Esta vitalidade deve ser canalizada para pesar e analisar os prós e contras do problema, depois disso, tomar as decisões cabíveis. E assim, simplesmente, descansar, pois aquilo que lhe cabia foi feito. Logo, por que remoer, se contorcer?
O cristão precisa saber esperar e confiar, verbos que acalmam o ativismo do mundo. O amanhã pertence a Deus... o seu futuro está nas mãos Dele. Se você tem plantado, espere a colheita. Se não tem colhido, confie na semente. Possibilidades sem fim não levam a resultados práticos, a não ser o aumento da ansiedade.
Paulo nos ensina: “Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela orações e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4.5-6).
Veja que o Apóstolo argumenta, inicialmente, que Deus está perto, sendo assim, por que se preocupar tanto? O Senhor se faz presente, Ele é nosso Pastor e nada nos faltará. Diante desta verdade pétrea como deve ficar nosso coração?
Vale dizer, ainda, que Paulo nos ensina a combater nossa ansiedade mediante as orações, pois orar significa confiar que o Senhor é o nosso provedor. Se orarmos com fé, requisito sine qua non da súplica, então, ficaremos tranqüilos, pois teremos a compreensão de que o Senhor é o nosso guia. Existirá melhor argumento para controlarmos a ansiedade do que ser conduzido pelo próprio Deus-Todo-Podereoso?
É por este motivo que Jesus graciosamente nos fala que o Pai, nosso Senhor, conhece todas as nossas necessidades (Mt 6.32), e nesta dimensão o Filho nos exorta: “não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” (Mt 6.34). Portanto, ore para ser menos ansioso! Ore para compreender a paternidade de Deus, tendo a certeza de que é Ele que nos dá o provimento em todas as áreas de nossas vidas.

criado por pr.heldersouza
15:10:43